Você provavelmente já perdeu alguma boa oportunidade na vida porque a outra pessoa não conseguiu perceber o seu verdadeiro valor, não é? Seja uma oportunidade de negócio, uma vaga de emprego, uma promoção ou até mesmo alguém que você gostaria de conquistar o coração…

São muitos aqueles que possuem um enorme potencial, mas que não conseguem traduzir esse potencial em resultados práticos em suas vidas. Por que isso acontece? O que lhes falta? Normalmente, uma série de coisas, mas uma delas é certa: Poder de Influência e Persuasão.

Não basta ter conhecimento, caráter, capacidade, currículo, experiência, qualidades se você não tiver a capacidade de fazer o seu valor ser percebido pelas outras pessoas.

Eu sempre falo no Marketing: “Seu valor não é determinado por quanto você vale, mas por quanto as pessoas acham que você vale”.

Por isso, é preciso saber fazer transparecer aos outros o “diamante” que existe dentro de você. E, para você conseguir isso, um aspecto fundamental é o seu Carisma.

Sabe aquelas pessoas que, por algum motivo, todos parecem gostar delas? Como elas conseguem isso e como você pode aumentar isso em você também? Pois é exatamente o que nós vamos ver neste vídeo…

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#Carisma #Influência #Persuasão #Negociação #Comunicação #Liderança #DaleCarnegie #RobertCialdini

Em 1937, um americano chamado Dale Carnegie escreveu um dos maiores clássicos do Desenvolvimento Pessoal. “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” já vendeu mais de 50 milhões de cópias desde seu lançamento e foi eleito o 19º livro mais influente de todos os tempos segundo a Time Magazine.

Ora, se esta obra permanece quase um século depois de seu lançamento nas listas de best-sellers ao redor do mundo, isso quer dizer que seus ensinamentos são universais e continuam valendo até hoje.

E continuam mesmo! 

Eu recomendo que você o coloque imediatamente em sua lista de leitura, mas até lá, eu separei aqui aquelas que eu considero as 6 Principais lições do livro para que você possa aplicar na prática e constatar por si mesmo o efeito imediato que elas vão ter no seu poder de influência sobre as pessoas ao seu redor.

1. Se você quer tirar mel não bata na colmeia

“Não critique, não condene e não reclame.” Faça disso o seu mantra e veja como a sua vida muda na hora! Desafie-se a passar uma semana sem criticar, condenar e reclamar de nada e veja como você começa a raciocinar diferente diante dos problemas que enfrenta.

Faz parte da nossa natureza humana se ofender e rejeitar qualquer tipo de crítica recebida. Em vez de buscar ouvir e entender por que somos criticados, a nossa tendência natural é a de nos fecharmos e nos esforçarmos ainda mais para nos defender e apresentar justificativas à crítica.

Criticar não gera nenhum bem ou transformação positiva. Ao contrário, gera apenas mágoa e ressentimento. Uma relação à base de críticas não é sustentável e um exemplo claro disso é o filho adolescente que não escuta mais os pais porque a “ponte” da comunicação entre eles ruiu de tão desgastada e agora as palavras já não surtem mais qualquer efeito.

2. O grande segredo em lidar com as pessoas

Uma das maiores motivações dos seres humanos é o desejo de se sentir importante e reconhecido. Quer fazer alguém gostar de você, faça com que essa pessoa se sinta importante!

Ralph Waldo Emerson disse: “Toda pessoa que eu encontro é superior a mim em alguma coisa e nisso eu posso aprender com ela”.

Procure algo que você genuinamente admira ou respeita em seu interlocutor e faça com que ele se sinta valorizado por aquilo. Repare como as pessoas mais carismáticas são sempre aquelas que elevam os outros.

3. Aquele que conseguir fazer isso, terá o mundo aos pés

A minha sobremesa favorita é, sem dúvida, o pavê de amendoim da minha mãe. Só de pensar, já começo a salivar. Entretanto, se eu for pescar, eu não vou colocar um pedaço de torta no anzol e sim uma minhoca porque é disso que os peixes gostam.

Parece óbvio, não? Mesmo assim, é exatamente isso que fazemos em nossas interações com as pessoas. Queremos ser cativantes, mas falamos sobre o que nos interessa, aquilo que gostamos, aquilo que queremos, quem somos…

Fale sobre o outro, seus interesses, busque aprender… além disso, escute com atenção e consideração, não simplesmente espere o outro terminar para você poder falar. Faça um teste e veja você mesmo a diferença.

4. Faça isso e será bem recebido em qualquer lugar

A melhor forma de fazer alguém gostar de você é mostrando-se genuinamente interessado por ela. Isso vale mais do que todas as técnicas de vendas que qualquer um poderia lhe ensinar.

Fale menos e pergunte mais! As pessoas adoram quando você demonstra um interesse sincero por elas ao passo que ninguém gosta daquele que só fala de si.

Quer conquistar um empresário? Pergunte de maneira genuinamente interessada e deixe-o falar sobre a sua empresa, a história etc. eles adoram isso!

Quer conquistar alguém? Descubra rapidamente quais são os interesses dessa pessoa, encoraje-a a falar sobre ela mesma e cale-se. Pratique a escuta ativa (quando você se esforça para prestar atenção), que automaticamente você irá gerar empatia com seu interlocutor. Você irá constatar que as pessoas estão muito mais interessadas em falar sobre si mesmas do que em escutar o que você tem a dizer. 

5. É impossível sair vencedor de uma discussão

A única forma de ganhar uma discussão é: não entrando nela. Uma vez que você começa a discutir com uma pessoa (o que é diferente de ter um diálogo construtivo) você só tem duas saídas e nenhuma delas será boa para você.

Se estiver errado, você perde a discussão e ainda corre o risco de ser humilhado. Se estiver certo, você ganha a discussão, mas sai perdendo porque irá levar o ressentimento da outra pessoa.

Quando discordar de alguém, assuma uma postura mais humilde e, em vez de dizer: “Você está errado! ”, diga algo como: “Me ajude a enxergar onde estou errado…” ou “Quero entender por que você acha isso…”. Dessa forma, você desarma a outra pessoa, mantém uma conduta nobre e ainda se resguarda no caso de realmente estar sem razão.

Dale Carnegie escreve:

“Você pode dizer a um homem que ele está errado por meio de um olhar, um gesto, uma entonação, como também por meio de palavras, mas se lhe disser que está errado, pensa que o levará a concordar com você? Nunca! Pois você deferiu um golpe direto contra a sua inteligência, contra seu julgamento, contra seu orgulho, contra seu amor-próprio. Isso fará apenas que ele queira revidar, mas nunca fará com que mude de ideia. Você não alterará sua opinião, pois lhe feriu a sensibilidade.”

Por fim, sempre que perceber que você está errado em determinada situação, admita rápida e abertamente. É incrível como isso é raro. Quantas vezes você já ouviu: “Me perdoe, admito que estava errado”? Essa atitude será muito mais admirada e respeitada do que a insistência, às vezes vergonhosa, de tentar encontrar justificativas.

6. O som mais bonito do mundo

Você sabe qual é o som mais bonito do mundo? Aquele que é o mais agradável aos ouvidos de qualquer pessoa? É o som do seu próprio nome! Faça a experiência. Pegue um restaurante aonde vai com frequência e comece a perguntar e chamar as pessoas pelo nome. Você vai ver o efeito que isso terá na maneira como elas irão tratá-lo. Chamando pelo nome você demonstra consideração pela pessoa.

Comece a prestar atenção nisso, coloque esse hábito em prática por onde passar e perceba como uma atitude tão simples e sutil pode ter um efeito tão grande.

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Ontem, em um Curso de Filosofia que estou participando, o Prof. Pio, Reitor da Universidade Positivo, contou que foi convidado a ministrar uma palestra cujo tema era Moral e Ética.

Logo no início, um senhor se levantou e disse: “É simples. Moral é cumprir aquilo que está escrito na lei.”

Então, o Pio lhe contou a seguinte história:

“No ano de 2002, três jovens pegaram uma embarcação totalmente precária e se lançaram ao mar em direção aos EUA para escapar da ditadura cubana.

Eles foram mal-sucedidos em sua empreitada e, a poucos metros da praia, foram capturados pela guarda costeira.

Fidel Castro, à época, líder daquela nação, querendo dar um exemplo a todos que pensassem em querer sair da ilha, determinou a execução sumária dos jovens – sem qualquer julgamento ou chance de defesa – por fuzilamento em praça pública.”

Após ter falado isso, o Prof. Pio perguntou àquele senhor:

“Imagine agora que, em vez de morar no Brasil, você morasse em Cuba e fosse designado para executar o disparo contra aqueles três adolescentes indefesos no paredão. Se moral é apenas cumprir o que está na lei, seria capaz você de, mesmo amparado legalmente pelo código penal daquela nação, apertar o gatilho, retornar ao seu lar, beijar seus filhos e dormir tranquilo?”

Pois bem, nem tudo que está na lei é Moral e nem tudo que é Moral está na lei. Eis uma reflexão muito oportuna para o dia de hoje…

Ontem eu fui à casa de um amigo assistir a uma bela apresentação cujo título era “Israel: de Abraão às Startups” e, neste vídeo, eu compartilho algumas reflexões sobre este país muito particular e admirável em vários aspectos. Apoio também minha reflexão sobre o belo artigo do Prof. José Pio Martins, Reitor da Universidade Positivo.

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O SUCESSO DE ISRAEL

Por José Pio Martins

Há algo que me intriga há algum tempo: o que leva um país com apenas 7,9 milhões de habitantes (o Paraná tem 10,4 milhões), um território minúsculo (menor que o estado de Sergipe), terras ruins, sem recursos naturais, com apenas 64 anos de existência, e em constantes conflitos militares… a ser um dos maiores centros de inovação do mundo; ter 63 empresas de tecnologia listadas na bolsa Nasdaq (mais que Europa, Japão, China e Índia somados), ter registrado 7.652 patentes no exterior entre 2002 e 2005, e ter ganho 31% dos prêmios Nobel de Medicina e 27% dos Nobel de Física?

Em resumo: o que explica o extraordinário desenvolvimento econômico e tecnológico de Israel? Pela lista de carências e problemas citados no parágrafo anterior, Israel tinha tudo para ser apenas mais um país atrasado e miserável. Mas, além de não ser, o país transformou-se em um caso único de inovação, tecnologia e desenvolvimento. Muitas das maravilhas que usamos hoje vêm de lá. O pen-drive, a memória flash de computador e muitos medicamentos que salvam vidas estão na lista de patentes de Israel.

Qualquer explicação rápida é leviana. Muitos dirão que é o dinheiro dos norte-americanos e dos judeus espalhados pelo mundo que faz o sucesso de Israel. Não é. Primeiro, porque nenhuma montanha de dinheiro transforma uma nação de atrasados e ignorantes em gênios da inovação e ganhadores de prêmios Nobel. Segundo, grande parte do dinheiro recebido por Israel foi gasta em defesa e conflitos militares. Terceiro, o apadrinhamento militar de Israel nos primeiros anos de sua fundação não foi dado pelos Estados Unidos, mas pela França, cujo apoio cessou somente em 1967, após a Guerra dos Seis Dias. Nos artigos e livros que pesquisei, não há explicação simplista para o sucesso de Israel.

Pelo espaço limitado deste artigo, destaco apenas quatro pontos:

Em primeiro lugar, a história e a cultura. A religião judaica dá ênfase à leitura e à aprendizagem, mais que aos ritos. A perseguição aos judeus e a proibição, durante a Idade Média, de possuírem terras os levou a estudar e se tornarem médicos, banqueiros ou outras profissões que pudessem ser exercidas em qualquer lugar.

Depois vem o apreço pela tecnologia e pela inovação. Israel gasta 4,5% de seu produto bruto em pesquisa e desenvolvimento, contra 2,61% dos Estados Unidos e 1,2% do Brasil. Na ausência de recursos naturais e premido pela necessidade, Israel entrou de cabeça numa cultura de pesquisar, descobrir e inovar.

Em terceiro lugar, a estrutura educacional. A crença de que a única saída para o desenvolvimento – mais que os recursos naturais – é a educação de qualidade está na raiz da cultura de Israel. Do ensino básico até a universidade, Israel desfruta de uma educação de nível e acessível a todos. Se você pensa encontrar um judeu analfabeto, desista. É uma questão cultural: para eles, povo e governo, a educação é o bem maior.

E, por fim, o respeito pelo empreendedor e pelo fracasso. Em Israel, valoriza-se muito aquele que se dispõe a inventar, inovar ou empreender. Quem tenta e fracassa é respeitado e apoiado, pois eles acreditam que a falência é um aprendizado e a chance de acertar da próxima vez aumenta. Isso leva a uma ausência de medo do fracasso e é um elemento-chave da cultura da inovação. No Brasil, o desgraçado que falir uma microempresa nunca mais consegue uma certidão negativa e jamais volta a ser empreendedor.

Não se consegue transpor a cultura de um país para outro, mas há muito o que aprender com Israel.”

#Israel #Startups #Jersualem #Judaísmo

Desenvolvimento Pessoal, para mim, é a busca consciente pela excelência de si mesmo. É fazer um esforço proativo para se tornar a melhor pessoa que você pode ser em todos os sentidos.

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Aqui está a única maneira de ganhar uma discussão segundo Dale Carnegie, autor do clássico: “Como fazer amigos e influenciar pessoas.”.

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Por que a maioria das pessoas NÃO alcança o Sucesso?

O que realmente faz a diferença na vida das pessoas? O que aqueles mais bem-sucedidos fazem de diferente dos outros? Para entender melhor essas questões, é preciso primeiro compreender algo sobre o nosso desenvolvimento…

Podemos dizer que há dois tipos distintos de habilidades. Primeiro, há as habilidades técnicas (aquelas que você aprende na faculdade). Essas habilidades são importantes, mas estão longe de serem suficientes para alcançar o sucesso.

Se assim fosse, todos aqueles que tirassem notas altas teriam a garantia de se tornarem profissionais bem-sucedidos, mas nós sabemos que a realidade não é bem assim… Por quê?

Porque existe um outro tipo de habilidade (muito mais importante para o sucesso do que o conhecimento técnico) que são as habilidades comportamentais.

Quais são essas habilidades?

Não existe uma lista definitiva de quais são todas elas, mas algumas que formam um padrão evidente entre as pessoas de sucesso são: Auto desenvolvimento, Motivação, Foco, Meta, Hábitos, Relacionamentos, Autoconhecimento, Produtividade, entre outras…

Quer ver um exemplo para ficar mais claro?

De que adianta você ser, tecnicamente falando, um excelente engenheiro, médico ou advogado se você:

• Estagnou no tempo e deixou de se desenvolver
• Está sempre desmotivado e sem energia
• É completamente desfocado na sua vida
• Não faz ideia da onde quer chegar com a sua vida
• Possui um conjunto de péssimos hábitos
• Não sabe se relacionar com as pessoas
• Não conhece seus talentos naturais
• Tem um baixo nível de produtividade
• Etc.

Eu poderia estender bem mais esta lista, mas o objetivo aqui não é aprofundar em cada uma dessas habilidades, mas conscientizar você de que elas existem e, principalmente, que você deve começar a desenvolvê-las se quiser ter uma vida de sucesso.

A não ser que você faça parte de uma pequena exceção que se desenvolve através do aprofundamento de uma habilidade técnica específica, saiba que:

“Quanto mais você sobe na escada da sua vida profissional, menos o seu sucesso depende do seu conhecimento técnico e mais ele depende das suas habilidades comportamentais.”

Mas aí a gente se depara com um grande dilema…

Enquanto as habilidades técnicas são ensinadas, as habilidades comportamentais não!

Ou alguém já ensinou a você a:

• Encontrar a fonte da sua motivação e o seu verdadeiro propósito para viver
• Definir exatamente aonde quer chegar com a sua vida
• Traçar metas claras da maneira certa
• Transformar seus hábitos de uma maneira eficaz
• Identificar claramente quais são seus pontos fortes
• Ser produtivo e manter o foco naquilo que realmente importa
• Se relacionar, persuadir, liderar e influenciar os outros
• Etc.

Ou seja, existe um conjunto de habilidades que são mais importantes que o conhecimento técnico e mais determinantes para o nosso sucesso, mas que nós passamos anos e anos em nosso processo de formação sem jamais aprender.

A grande questão que surge, então, é…

Como eu faço para adquirir essas habilidades?!

Na minha visão, só existe um caminho: Desenvolvimento Pessoal. Você iniciar uma jornada em busca da melhor versão de si mesmo. Começar um processo consciente para se tornar a melhor pessoa que você é capaz em todos os sentidos.

Somente a sua versão desenvolvida é capaz de grandes realizações. A sua versão sem o Desenvolvimento Pessoal está condenada a uma vida de dificuldades, frustrações, carências…

O grande problema é que a maioria nunca inicia esse processo de desenvolvimento, fica esperando que “algo aconteça” e, quando percebe, lá se foram os anos…

Por isso, hoje o meu trabalho gira todo em torno deste “despertar” nas pessoas, para que iniciem esse processo em busca do próprio desenvolvimento para que se tornem capazes de construir a vida que sonham ter.

Hoje tenho muito claro qual é a minha missão: “Ajudar pessoas e empresas a alcançarem o sucesso através do Desenvolvimento Pessoal.”

E, para saber como eu faço isso, acesse agora: www.paulomachado.com

Aqui estão 3 Barreiras que impedem você de transformar a vida que você tem hoje (e como superá-las). Isso vale para: crescer na carreira, perder peso, passar em um concurso, encontrar o amor etc. Não importa qual seja o seu objetivo, se quiser chegar lá, vai precisar superar essas 3 barreiras e, para isso, é importante que você saiba quais são elas…

Não importa qual seja o seu objetivo na vida neste momento: crescer na carreira, perder peso, passar em um concurso, encontrar o amor etc., para conseguir chegar lá, vai precisar superar 3 Barreiras específicas e, para isso, é importante que você saiba quais são elas…

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Uma dica bem simples que vai ajudar você a não ficar acessando o celular a toda hora.
Se você tem mania de ficar olhando o telefone a todo instante a cada “microparada” do seu dia a ponto de não conseguir assistir a um jogo de futebol, um filme ou esperar um instante em uma fila, preste bem atenção. (Na verdade, você tem essa mania sim, né?)

Essa dica é muito simples, não vai te causar nenhum sofrimento nem abstinência, você vai continuar podendo acessar WhatsApp, Instagram, Facebook, Youtube etc. na hora que quiser, mas tem UMA coisinha que vai fazer toda a diferença e que você vai ver neste vídeo…

Saiba mais em: www.paulomachado.com

Seis anos atrás eu recebi um convite para jogar futebol de um amigo que há muito tempo eu não falava e lá inclusive eu reencontrei um outro amigo de infância que tinha estudado comigo no Dom Bosco.

Eu lembro direitinho, era um domingo de manhã, em um sintético no Rebouças, aqui em Curitiba. No meio do jogo, em um contra-ataque, eu estava só com o goleiro, em alta velocidade e fui tentar dar um drible de futsal, mas meu joelho ficou preso no chão e eu tive uma forte torção naquele momento.

Resultado: rompi o Ligamento Cruzado Anterior do joelho esquerdo. Além da dor e de todos os custos envolvidos, eu tive que encarar a Cirurgia, 40 sessões de Fisioterapia e a minha recuperação que era para durar em torno de 6 meses, por uma demora na cicatrização, acabou levando 18 meses.

Claro, poderia ter sido algo muito pior, uma doença grave etc. Mas, para alguém que é apaixonado por esportes e pratica atividades físicas 6 vezes por semana, é um grande baque ficar 1 ano e meio parado.

Mas, tudo bem, o joelho, apesar de não ser mais o mesmo, sarou e o tempo passou…

Duas semanas atrás, eu estava treinando luta com um amigo e fui tentar dar uma queda de judô nele no meio da “luvinha”, só que ele estava prensado contra a parede. Então, o corpo dele não se mexeu e toda a força que eu fiz no movimento foi para o meu joelho que torceu na hora. (Eu lembro até agora da sensação e do barulho de tudo lá estralando…)

Resultado: rompi o Ligamento Cruzado Anterior do joelho direito desta vez e vou ter que passar por todo o processo novamente.

Eu lembro que no segundo que eu caí no chão com muita dor eu pensei na mesma hora: “Seja feita vossa vontade”. Eu disse para mim mesmo: “Se for para eu passar por tudo de novo, que seja… existe um porquê para isso”. E isso me ajuda a lidar com a situação de uma maneira diferente desta vez.

É claro que eu fico triste por dentro, quem é atleta deve imaginar a frustração, mas isso passa.

Veja… foi um acidente. É diferente de uma pessoa que, por exemplo, bebe, sai em alta velocidade e bate o carro. Neste caso, ela foi a causadora, houve irresponsabilidade, displicência, negligência com a segurança.

No caso das duas lesões, foi uma fatalidade que qualquer pessoa que pratique esportes está sujeita a sofrer – portanto, foi algo fora do meu controle.

Então, diante desta situação, eu tenho duas opções: ficar reclamando e lamentando ou buscar aprender uma lição e enxergar um lado positivo nisso tudo.

Se por um lado eu não vou poder praticar esportes, algo que eu amo, por um bom período, por outro poderei preencher todo esse tempo que dedicava ao futebol, luta, corrida etc. com atividades de alto valor também que vão fazer com que eu saia fortalecido dessa situação.

Então, esta é a reflexão que eu gostaria de deixar… Não podemos lamentar por coisas que fogem ao nosso controle, podemos apenas buscar lidar da melhor maneira possível com as adversidades da vida e buscar crescer e evoluir quando essas coisas acontecem.

“Tudo pode ser tirado de um homem, exceto uma coisa, a última das liberdades. A liberdade de escolher sua atitude diante de qualquer circunstância da vida”.
– Viktor Frankl

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