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“Fé inabalável é aquela capaz de enfrentar sem temor a razão em todas as épocas da humanidade.” #KardecOFilme

 

 

10 Fatos sobre Allan Kardec e o Espiritismo:

  1. Kardec não é adorado pelos Espíritas (e sim reverenciado).
  2.  Ele foi o codificador da Doutrina Espírita e publicou as 5 obras básicas do Espiritismo: O Livro dos Espíritos (1857), O Livro dos Médiuns (1961), O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865) e A Gênese (1868).
  3. Seu nome era Hippolyte Léon Denizard Rivail. Ele adotou o pseudônimo de Allan Kardec para abster-se de todo reconhecimento e prestígio que possuía como grande intelectual influente na academia francesa.
  4. O centro da vida de todo Espírita é a figura de Jesus Cristo.
  5. João de Deus nunca foi Espírita. Ser Médium não significa ser Espírita. Chico Xavier sim foi um Médium Espírita.
  6. Não existe “Espírita Kardecista”, é só Espírita.
  7. Apesar de ter nascido na França, foi no Brasil que a Doutrina encontrou terreno fértil para crescer. Hoje, o Brasil é maior nação Espírita do mundo.
  8. O Espiritismo está entre as 10 maiores religiões do planeta. Há mais Espíritas que Judeus no mundo.
  9. O Espiritismo é uma religião? Sim e não. Depende dos critérios adotados para definir o que é Religião, mas a Doutrina Espírita pode ser vista tanto sob o aspecto religioso como filosófico e científico.
  10. Apesar das diferenças dogmáticas com Católicos e Evangélicos, o Espiritismo é igual no que diz respeito à crença em um único Deus e na mensagem do Evangelho de caridade e amor ao próximo.

Não tive a oportunidade de assistir ao filme ainda, mas se você tem curiosidade, acredito que será um bom meio para conhecer mais sobre o surgimento da Doutrina no século XIX. A produção me parece muito bem-feita a julgar pelo trailer.

Em breve, será lançado também o filme de Divaldo Franco.

Eu sempre fui apaixonado por Astronomia e hoje eu quero compartilhar com você um vídeo muito especial (que me deu o maior trabalho para conseguir para encontrar dublado, editar etc.).

Trata-se de um trecho da Série “Cosmos”, baseada na obra de Carl Segan e apresentada por Neil DeGrasse Tyson (atualmente disponível no Netflix).

Nesse vídeo você vai entender visualmente, através de uma produção de primeiríssimo nível, o verdadeiro tamanho do nosso Universo. Spoiler: Ele é ainda MUITO maior do que você acha que é.

Prepare-se para 12 minutos que vão explodir sua mente! Especialmente os últimos 60 segundos do vídeo vão te deixar de queixo caído…

Por fim, deixo uma questão filosófica a você logo abaixo para DEPOIS que você assistir ao vídeo.

 

 

Questão filosófica para DEPOIS de assistir ao vídeo:

Siga por um instante a minha lógica… Para mim, um dos atributos de Deus é que Ele é infinitamente sábio. Logo, TUDO que Ele criou deve ter um propósito para existir, desde a menor partícula até o maior dos astros. Diante disso, a questão que me surge é: “Como poderia Deus, em Sua infinita sabedoria, ter criado todo esse imenso universo para que apenas NÓS terráqueos pudéssemos existir?”

O que você acha?

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Hoje, um caro amigo me ensinou sobre o que é a Páscoa Judaica… eu achei muito interessante. Afinal, qual é a diferença com a Páscoa Cristã que representa a ressurreição de Cristo?

A Páscoa Judaica está ligada as 10 Pragas do Egito, mais especificamente, a ultima delas, quando Deus enviou o Anjo da Morte para tomar a vida de todo primogênito daquela terra.

Móises e Arão instruíram os judeus ordenando-lhes que sacrificassem um cordeiro puro e passassem seu sangue no batente das portas. Nas casas onde houvesse o sangue na entrada, o primogênito seria poupado, pois o Anjo não entraria para matá-lo. (Êxodo, Capítulo 12)

Aqui está uma cena muito legal do filme “O Príncipe do Egito” que ilustra bem:

O curioso é que as instruções eram bem específicas: tinha que ser um carneiro ou um cabrito sem defeito, de um ano, a carne teria que ser assada na brasa e comida com pão sem fermento (que representava algo impuro, que estragava as coisas), a sobra deveria ser queimada etc.

Então, essa passou a ser a Páscoa Judaica, “Pessach” em hebraico, que representa passagem.

Foi nesta noite específica que o faraó Ramsés finalmente cedeu e pediu que o povo de Israel partisse logo do Egito. Por isso, a Páscoa representa a libertação do povo hebreu.

Quase 1500 anos depois, João Bastista disse: “Eis aí o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. (Jo 1,29).

Mas, o mais intrigante é que João Bastista morreu antes de Cristo e, por muita coincidência, a condenação e morte de Jesus ocorreu exatamente no dia da Páscoa para os Judeus. Por isso, ele é visto pelos cristãos como o “cordeiro puro” que foi sacrificado para a libertação, dessa vez não do Egito, mas da própria morte.

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Hoje eu peço licença para sair um pouco do universo do Desenvolvimento Pessoal para falar de Espiritualidade. Eu sempre fui uma pessoa religiosa, desde pequeno… então, a espiritualidade sempre teve um papel muito importante na minha vida, na minha forma de enxergar as coisas, na minha formação moral… Por isso, resolvi escrever hoje sobre o tema hoje.

Aqui estão, de maneira bem objetiva, 10 questões para você refletir sobre a importância da Oração em nossas vidas (independentemente de qual seja a sua religião):

1. POR QUE ORAR?

Acho que a resposta mais simples e direta que eu poderia dar seria: porque a Oração é o alimento da alma. Assim como nós precisamos dos alimentos para o sustento do nosso corpo físico, também precisamos da oração para sustentar nosso espírito. Se você deixa de comer, seu corpo começa a perecer. O mesmo acontece com o nosso “corpo espiritual” quando deixamos de rezar. Muitas vezes, se você está desanimado, perdido, com um enorme vazio interior, a causa pode estar nessa falta de “nutrição espiritual”.

Além disso, há inúmeros outros benefícios que a oração nos oferece: é um portal para a espiritualidade, um canal de comunicação com Deus, uma forma de meditar e se harmonizar, um exercício de fé, uma busca de amparo, um meio de se purificar etc.

2. QUANDO ORAR?

Não acredito que haja um horário que seja O melhor, mas eu particularmente gosto de rezar logo pela manhã, diante do novo dia que se nos revela. Acho o silêncio da manhã muito convidativo, ainda mais no meu caso que tenho o hábito de acordar bem cedo. Porém, não precisamos nos limitar a rezar apenas pela manhã. Visto que a prece sincera é sempre agradável a Deus, podemos orar antes das refeições para agradecer o alimento, antes de dormir, fazendo um exame de consciência, diante de uma situação difícil etc.

3. AS QUALIDADES DE UMA BOA PRECE

• SEGREDO: Orar em segredo, sem colocar-se em evidência.
• SINCERIDADE: Não é pela quantidade de palavras que somos atendidos, mas pela sinceridade delas.
• PUREZA: A prece a Deus deve vir de um coração puro, sem rancor. “Se tens uma desavença com teu irmão, coloca a oferenda no pé do altar, vai e reconcilia-te primeiro com ele…” (Mateus V: 23-24)
• HUMILDADE: Orar com a humildade do publicano reconhecendo a própria imperfeição.
• REFLEXÃO: Quando fizer algum pedido, refletir antes se o que se pede é justo e se você é merecedor de receber aquilo que está pedindo.

4. MANEIRA DE ORAR?

Não existe uma maneira única, mas deixo aqui uma fórmula pessoal que eu uso e que funciona muito bem para mim. Ela consiste em três etapas:

a) Pedir perdão: Antes de mais nada, como sinal de humildade, pedir perdão. Não de uma forma vaga, mas procurando identificar as falhas específicas que temos cometido e refletindo por que não estamos conseguindo corrigi-las. Além disso, pedir perdão sempre sob a promessa de nos esforçarmos para não repetir os mesmo erros, assumindo um compromisso de redobrar nossos esforços para corrigir nossas imperfeições.

b) Ação de graças: Uma das grandes causas do sofrimento humano é não saber ser grato e apreciar todas as dádivas que possuímos. Aqui, da mesma forma, procurar especificar os motivos pelos quais somos gratos para que não seja um agradecimento vazio. Agradecer a saúde, a família, a casa, o alimento, o trabalho… sempre pensando e se solidarizando com aqueles que não possuem essas graças e encontram-se em dificuldade.

c) Fazer um pedido: Em primeiro lugar, pedir sempre o aprimoramento moral. “Buscai primeiro o reino de Deus…” Quando estamos em elevação espiritual, toda a nossa vida se harmoniza automaticamente. Portanto, este deve ser sempre o ponto de partida e a prioridade número um em nossa vida. Jesus disse: “Buscai e achareis; pedi e obtereis, batei à porta e ela vos será aberta”. Ora, o que mais precisamos para ter confiança de que nossos pedidos, quando dignos e feitos de forma sincera, são sempre atendidos? Por fim, pode-se fazer pedidos específicos sobre algo que seja de necessidade naquele momento, mas sempre curvando a cabeça à providência divina, pois Deus sabe o que é melhor para nós. “Que nossos desejos sejam atendidos conforme a vontade de Deus e não a nossa, pois Ele sabe o que é melhor para nós”.

5. POR QUE NÃO ORAMOS TANTO QUANTO DEVERÍAMOS?

De forma extremamente concisa, a resposta seria: “Por falta de disciplina”. Neste ponto, os muçulmanos, tantas vezes criticados, têm muito a nos ensinar, pois rezam religiosamente não uma, mas cinco vezes por dia. Nos escritórios e locais de trabalho, há sempre um espaço para que eles realizem esse culto – isso quando não vão a alguma das milhares de mesquitas espalhadas nestes países. Como mencionado anteriormente, não é pelo número de vezes que seremos atendidos, mas isso também não pode nos servir de desculpa para sermos omissos e achar que poucas palavras são suficientes. Quando nos disciplinamos e criamos um hábito, a oração passa a fazer parte de nosso dia-a-dia, não como uma obrigação que se cumpre maquinalmente, mas como um prazer que não conseguimos ficar sem.

6. POR QUE PARA MUITAS PESSOAS ORAR PARECE ALGO CHATO?

Por vários motivos, mas acredito que o principal deles é simplesmente porque não sabem orar. O que fazem é repetir meras fórmulas que não lhes tocam o coração, mas que o realizam por uma pressão que vem de fora. Neste caso, o melhor que se pode fazer é parar, rever seus conceitos e reaprender como rezar, ao invés de continuar seguindo por esse caminho tortuoso que pouco ou nenhum benefício lhes traz. Como eu li em um livro:

 

“Quase todos oram, mas muito poucos sabem orar! De que vale simplesmente juntar algumas frases, sem compreender o seu verdadeiro significado, repetindo-as maquinalmente por hábito como um dever que nos pesa?”

 

7. O QUE FAZER QUANDO NÃO SENTIMOS A MENOR VONTADE DE REZAR?

Várias pessoas se deparam constantemente com essa situação. O melhor remédio neste caso é, mais uma vez, a disciplina. Ao invés de rezarmos esporadicamente, criemos o hábito de orar sempre em um mesmo horário de forma que a nossa mente esteja habituada e inconscientemente já preparada.

8. POR QUE É TÃO DIFÍCIL SE CONCENTRAR NA ORAÇÃO?

Quantas vezes começamos: “Pai nosso que estais nos céus, santificado seja…” e quando nos damos conta, já estamos pensando no trabalho, no que vamos fazer depois, nos problemas etc. Daí retomamos, … “O Pão nosso de cada dia…”, porém a mensagem já se diluiu e estamos novamente apenas cumprindo um ritual estabelecido. A concentração é uma técnica e, como toda técnica, deve ser praticada constantemente para se atingir um alto nível. Portanto, devemos dar o devido valor à concentração e exercitá-la sempre que possível. Errou ou se dispersou no meio da oração, recomece e preocupe-se sempre em estar concentrado, por mais cansativo que lhe pareça inicialmente.

Além disso, é importante que, no momento da prece, nossa mente esteja livre. Portanto, o ideal é estar em um lugar calmo, sozinho, sem ser incomodado. O ambiente deve ser convidativo e propício à prática. Outro fator importante é a posição. Não existe uma posição correta para rezar, mas quando estamos deitados, por exemplo, podemos sentir uma certa sonolência (principalmente antes de dormir) que certamente será prejudicial à oração. Uma sugestão pessoal é se ajoelhar, pois, além de evitar o convite ao sono, é uma posição que demonstra humildade, nos mantem concentrados e não à toa, é a forma que mais aparece na Bíblia.

9. A IMPORTÂNCIA DE IR À MISSA, AO CULTO… 

Há pessoas que dizem: “Eu não vou à missa porque rezo em casa…”. O grande problema é que, na maioria das vezes, esta é só uma desculpa para justificar a falta de disciplina e comprometimento da pessoa em dedicar UMA das 168 horas que existem em uma semana para se dedicar a Deus. Dificilmente você terá em casa um ambiente tão propício à prece quanto em uma igreja, um templo. Por isso, por mais que você tenha o hábito de rezar todos os dias em casa, é muito importante reservar um momento na semana para estar em uma comunhão mais profunda com Deus, seja na Igreja, no Templo, no Centro Espírita, no Terreiro, na Sinagoga, na Mesquita…

10. DESAFIO

Procure pensar nas pessoas mais felizes que você conhece. Aquelas que têm uma boa vida, estão sempre sorrindo, possuem muitos amigos etc. É bem provável que a grande maioria delas sejam pessoas vivam uma vida de oração. Portanto, proponha o seguinte desafio a si mesmo: “Rezar, pelo menos 3 vezes ao dia, seguindo todos os princípios acima mencionados por uma semana”. É apenas por uma semana, não custa tentar. Você irá constatar por si só o valor que a oração pode ter na sua vida.

Clique AQUI para baixar os slides desta Palestra.

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“Existem três verdades: a minha, a sua e aquela que está acima de nós.”
-Victor Hugo

Sendo uma pessoa religiosa e tendo me interessado e estudado teologia desde cedo, eu não poderia deixar de aproveitar este espaço para escrever algo a respeito.

Em primeiro lugar, eu respeito e admiro todas as religiões. Também acredito que em todas elas há pessoas boas e ruins.

Por isso, custa-me entender como, mesmo após milênios de civilização, ainda não aprendemos a respeitar aqueles que possuem uma crença diferente da nossa. Como podem ainda existir a intolerância e os conflitos religiosos em nosso planeta? Qual é a lógica de praticar qualquer ato de violência em nome de um Deus de amor?

Para mim, o respeito à crença alheia é antes de tudo algo lógico. Afinal, com que autoridade alguém pode afirmar que a sua religião é a certa?

Essa pergunta veio à tona a minha mente quando ouvi um padre mais conservador pregar em uma missa que “as pessoas que não estavam ali na igreja estavam na fé errada”. Longe de mim falar mal dos padres que, muito pelo contrário, são figuras que eu admiro e respeito bastante. Estou apenas citando esse episódio específico para ilustrar o meu ponto.

Talvez algumas pessoas queiram argumentar: “Mas a verdade está na Bíblia!”. Só que a pergunta continua sendo a mesma: “com que autoridade alguém pode afirmar que a verdade está na Bíblia e não na Torá, no Bhagavad-Gita, no Livro dos Espíritos, no Ateísmo etc.?”. Para um cristão, a sua verdade pode estar na Bíblia (uma coleção de livros escrita por homens), mas para um muçulmano ela está no Alcorão (idem). Quem está certo e quem está errado?

Se ainda assim você consegue falar com convicção: “Sou eu que estou certo.”, baseado em que você sustenta esta afirmação? Se você pensa assim, há um vídeo muito interessante na internet do Professor Mário Sergio Cortella, intitulado “Sabe com quem está falando?” que eu recomendo que assista. Nele, você irá tomar consciência do tamanho na nossa pequenez diante do cosmos.

Não existe verdade nesse caso, existe a fé individual de cada um. Religião é uma questão de crença e, portanto, deve ser respeitada.

Trago aqui está uma das mais lições mais valiosas, em minha humilde opinião, do Príncipe Sidarta Gautama, posteriormente conhecido como Buda, que significa o iluminado, desperto:

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas, se depois de muita análise e observação, você vê que algo concorda com a razão e conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva-o.”

Meu objetivo aqui logicamente não é agredir a crença de ninguém, pelo contrário, é fortalecê-la. Se você tem convicção da sua religião e isso o leva ao bem, continue! É louvável alguém que tenha uma profunda fé e pratica o bem em nome disso.

Gandhi uma vez também disse: “Eu sou muçulmano, hindu, cristão… pois religiões são apenas diferentes caminhos que levam a um mesmo fim.”

 

Para concluir, deixo um texto que, independentemente de ser espírita, ao meu ver, sintetiza de maneira sublime a questão:

Fora da Igreja Não Há Salvação

Enquanto a máxima: Fora da caridade não há salvação apoia-se num princípio universal, abrindo a todos os filhos de Deus o acesso à felicidade suprema, o dogma: Fora da Igreja não há salvação apoia-se, não na fé fundamental em Deus e na imortalidade da alma, fé comum a todas as religiões, mas na fé especial em dogmas particulares. É, portanto, exclusivista e absoluto. Em vez de unir os filhos de Deus, divide-os. Em vez de incitá-los ao amor fraterno, mantém e acaba por legitimar a animosidade entre os sectários dos diversos cultos, que se consideram reciprocamente malditos na eternidade, sejam embora parentes ou amigos neste mundo; e desconhecendo a grande lei de igualdade perante o túmulo, separa-os também no campo-santo.

A máxima: Fora da caridade não há salvação é a consequência do princípio de igualdade perante Deus e da liberdade de consciência. Tendo-se esta máxima por regra, todos os homens são irmãos, e seja qual for a sua maneira de adorar o Criador, eles se dão às mãos e oram uns pelos outros. Com o dogma: Fora da Igreja não há salvação, anatematizam-se e perseguem-se mutuamente, vivendo como inimigos: o pai não ora mais pelo filho, nem o filho pelo pai, nem o amigo pelo amigo, desde que se julgam reciprocamente condenados, sem remissão. Esse dogma é, portanto, essencialmente contrário aos ensinamentos do Cristo e à lei evangélica.

Fora da verdade não há salvação seria equivalente a Fora da Igreja não há salvação, e também exclusivista, porque não existe uma única seita que não pretende ter o privilégio da verdade. Qual o homem que pode jactar-se de possuí-la integralmente, quando a área do conhecimento aumenta sem cessar, e cada dia que passa as ideias são retificadas? A verdade absoluta só é acessível aos Espíritos da mais elevada categoria, e a humanidade terrena não pode pretendê-la, pois que não lhe é dado saber tudo, e ela só pode aspirar a uma verdade relativa, proporcional ao seu adiantamento. Se Deus houvesse feito, da posse da verdade absoluta, a condição expressa da felicidade futura, isso equivaleria a um decreto de proscrição geral, enquanto que a caridade, mesmo na sua mais ampla acepção, pode ser praticada por todos. O Espiritismo, de acordo com o Evangelho, admitindo que a salvação, independente da forma de crença, contanto que a lei de Deus seja observada, não estabelece: Fora do Espiritismo não há salvação, e como não pretende ensinar toda a verdade, também não diz: Fora da verdade não há salvação, máxima que dividiria em vez de unir, e que perpetuaria a animosidade.

(O Evangelho Segundo o Espiritismo)

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O Diretor do Museu de História Natural de Nova Iorque, Dr. Cressy Morrison, publicou uma obra notável. Nela, o autor listava as 7 Razões pelas quais ele acreditava em Deus, tendo como base o olhar científico. Prepare-se para expandir seu horizonte e admirar a beleza da criação…

1. Probabilidade

Se tivermos nas mãos 10 moedas de $ 1,00 (um dólar), enumeradas de 1 a 10 e as colocarmos em uma sacola escura, qual seria a chance de retirar a moeda número 1 sem olhar? Seria de 1 acerto para 10 tentativas. Se colocássemos novamente essa moeda na sacola e tentássemos retirar a de número 2 na sequência, qual seria a chance de isso acontecer? Seria de uma em 100 tentativas. Se novamente colocássemos a moeda de número 2 na sacola, qual seria a chance de retirar a de número 3 na sequência? Seria de 1 acerto para 1.000 tentativas. Se novamente colocássemos a moeda de número 3 na sacola, e assim sucessivamente, a probabilidade de retirarmos todas as 10 moedas na sequência é de uma para 10 bilhões de tentativas fracassadas!

Então, eu creio em Deus por causa de uma razão que está diante de nós: o cosmos, com suas leis de harmonia. Por exemplo, o movimento de rotação da Terra é de 24 horas, 12 de luz e calor e 12 horas de sombra e frio. Não é por acaso. Se este movimento demorasse 240 horas a vida na Terra seria impossível. O sol queimaria tudo nas 120 horas de calor e aquilo que sobrevivesse seria exterminado nas 120 horas de frio.

Mas não é apenas isso. Se por acaso a nossa atmosfera, que mede 60 quilômetros, fosse menor em apenas 10 quilômetros, a vida na Terra seria destruída pelos milhões de fragmentos especiais que bombardeiam nosso planeta a todo instante.

Se o fundo do oceano fosse apenas 3 metros mais profundo, a vida na Terra seria impossível, pois nosso oxigênio seria absorvido pela água e não conseguiríamos respirar na superfície rarefeita.

Se por acaso a lua estivesse mais perto de nós cerca de 10 mil quilômetros, a vida também seria impossível, pois as ondas do mar cobririam até as mais altas montanhas do Himalaia. Assim como a distância entre a Terra e o sol, que é de 150 milhões de quilômetros, não é por acaso. Pois se fosse um pouco mais perto ou mais longe a vida aqui não existiria tal qual a conhecemos.

Ou seja, existem leis inteligentes que regem todo o universo. Essas leis foram pensadas e elaboradas. Toda esta ordem e harmonia jamais poderiam ter sido fruto do acaso.

2. Vida

Se perguntarmos a cada um “que é a vida?”, cada qual terá uma definição própria – e incompleta. O filósofo tangenciará a vida de acordo com sua escola de pensamento. O biólogo, o químico, o poeta ou até uma criança, sempre interpretará a vida dentro da sua própria ótica limitada.

E mesmo com toda esta complexidade a vida é tão caprichosa que não há duas folhas sequer, ou duas impressões digitais iguais em todo o planeta. Pense nos incríveis fenômenos biológicos. A raiz da planta tem o extraordinário poder de transformar água em madeira ou até mesmo em açúcar. Isso só poder ser obra de um artista divino.

Toda a vida que conhecemos deriva de apenas dois elementos: um protoplasma e um raio de sol.

Se toda a vida animal e vegetal da Terra fosse extinguida e tudo o que restasse fosse um protoplasma e um raio de sol, dentro de 10 milhões de anos, a vida novamente estaria refeita como hoje. Tudo orquestrado por um cosmo inteligente.

 

3. O instinto dos animais

Que é o instinto? As melhores definições sobre o instinto ainda são insuficientes.

Pegue o extraordinário caso da vespa como exemplo. A vespa sabe por instinto, esta forma de conhecimento intrigante e incompreendida por nós, que logo após a sua reprodução ela irá morrer. Por isso, na noite nupcial ela faz um voo especial em busca de um gafanhoto. Aplica-lhe uma picada no sistema nervoso com uma dose exata de veneno que não mata o gafanhoto, mas o deixa paralisado, pois ele morto não serviria para nada. Ela, então, o atrai para uma cova e deposita os ovos especificamente nas regiões não vitais do seu abdômen. Feito isso, ela voa e morre. Nenhuma vespa jamais viu a sua prole.

Mas ela sabe por instinto que seus descendentes nascerão já adultos – e com fome. E ainda que eles precisam de carne viva, pois não sobreviveriam se ela já estivesse morta. E nunca a vespa erra, pois se não fosse desta maneira, a espécie seria extinta. Cientistas da entomologia já tentaram produzir artificialmente em laboratório o veneno para paralisar mas não matar o gafanhoto e até hoje não obtiveram êxito.

O salmão, quando ele vai se reproduzir, abandona o lugar onde viveu e nada contra a correnteza. Ali reproduzem e morrem. Os seus descendentes ao nascerem nadam no sentido contrário e passam a habitar o mesmo lugar que habitaram seus pais – e nunca se enganam.

As enguias, quando chega a época da reprodução, atravessam todo o oceano em direção de uma região particular de águas profundas nas Bermudas, onde procriam e morrem. Os seus descendentes ao nascerem fazem o caminho de volta e passam a habitar as águas de seus ancestrais e nunca erram o caminho. Jamais foram encontradas enguias americanas em águas europeias e tampouco enguias europeias em águas americanas.

E o que é mais impressionante. Como as enguias europeias devem percorrer um percurso mais longo para chegar lá, elas atrasam a sua reprodução em um ano para chegarem juntas com as americanas.

E o João de Barro? Quando chega a primavera, ele sobe até o galho mais alto de uma árvore, direciona o bico para o alto a fim de saber qual será a direção do vento do próximo inverno e constrói a sua casa com a entrada virada para o sentido oposto. Se não tivesse este cuidado, os ventos frios matariam a sua prole. E ele nunca erra.

 

4. Genes e cromossomos

Os genes e cromossomos, que foram descobertos no século XIX, são tão extraordinários que se toda a população da Terra (7,1 bilhões de pessoas) fosse reduzida a sua condição inicial de genes e cromossomos, não encheriam um dedal de costureira.

Imaginem que neste pequeno espaço caberia todo o código genético da humanidade, todas as características específicas de cada habitante em nosso planeta. Esse pequeno material genético seria capaz de fabricar 7 bilhões de corpos diferentes entre si.

 

5. Inteligência

O instinto é uma nota monótona que se repete sempre igual. A primeira vespa fez assim. A que será a última também fará assim.

Já a inteligência são todas as sete notas musicais. É a grandeza que nos permite imaginar, criar, questionar e evoluir através do tempo. E isso nos permite infinitas possibilidades.

Aliás, que é o infinito? Em nossa mente limitada podemos compreender cognitivamente o sentido de infinito, mas somos incapazes de explicar como algo pode não ter começo ou não ter fim.

 

6. Equilíbrio Ecológico

Uma sabedoria magistral fez que os insetos respirassem através de tubos e que a medida que eles crescem os tubos não crescem. As cigarras, por exemplo, elas se desenvolvem, mas seus tubos respiratórios não até o ponto que ela arrebenta suas costas no esforço de tentar respirar e morre por asfixia.

Não é por acaso. Existem classificadas 750 mil famílias de insetos, se eles crescessem nossa vida seria impossível. Então, uma inteligência limitou este desenvolvimento.

Na Austrália, a maior ilha continental da Terra, houve um fenômeno bastante curioso. As terras australianas não eram aráveis, pois os ventos que sopravam do mar matavam as plantas tenras. Então, os australianos tiveram uma ideia: construir cercas vivas com palmáceas. Porém, o resultado foi desastroso.

Não havia ali inimigos naturais das palmeiras e elas começaram a se multiplicar descontroladamente e a invadir as terras. Em 10 anos, a Austrália havia perdido uma área correspondente ao tamanho das ilhas britânicas.

Foi dado um alarme internacional, utilizaram os mais fortes herbicidas, queimadas programadas, mas nada parecia conter o avanço da vegetação. Aldeias foram fechadas, fazendas abandonadas, cidades desapareceram até que chegou um ponto que tiveram que organizar um congresso com os melhores entomologistas do mundo em Sidnei para tentar encontrar uma solução.

Eles chegaram à conclusão que a melhor saída seria encontrar um besouro que gostasse daquela palmeira e que fosse também faminto e bom reprodutor. Partiram nesta busca e encontram o candidato perfeito coincidentemente no nordeste do Brasil.

Chegando à Austrália, os besouros começaram a devorar com volúpia as palmeiras e a se reproduzirem. Comiam e reproduziam-se com tamanha velocidade que foram dizimando as árvores. Entretanto, agora os australianos haviam se deparado com um problema ainda maior: o que fariam com os besouros?

Até que a natureza sempre sábia, com o tempo, resolveu a questão. A medida que o número de palmeiras foi diminuindo, os besouros não tinham mais alimento com abundância e foram morrendo até que se chegou a um equilíbrio. O ecossistema encontrou a proporção adequada entre besouros e palmeiras.

 

7. Imaginação

Deus está contido em nossa imaginação. É através da imaginação que conseguimos expandir o conhecimento.

Se você, em uma noite de inverno, sair por uma estrada sem iluminação artificial e olhar para o céu, poderá imaginar que estará enxergando milhões de estrelas, mas a verdade é só se pode observar somente 2.500 a olho nu.

Mas se usar um binóculo, poderá vê-las em número de 15 mil. Se usar um telescópio doméstico, poderá vê-las em número de 150 mil. Se usar o telescópio de Palomar na Califórnia, poderá vê-las em número de 30 milhões, o que é apenas uma fração de nossa Via Láctea que contém 200 bilhões de estrelas. Mas se utilizar o telescópio Hubble no espaço, será capaz de avistar mais de 200 bilhões de galáxias. E mesmo assim este número ainda é insignificante se comparado ao número de átomos que temos em nosso corpo.

Quando você mastiga, aproximadamente 5 mil corpúsculos gustativos na língua são ativados dando início ao magnífico processo de digestão. Se você pensar agora em um delicioso filé, seu estômago de imediato começa a preparar os ácidos e sais necessários para a digestão da carne.

Entretanto, se subitamente, você decide desistir da carne e começa a pensar em uma suculenta fruta, o estômago joga fora aquela solução e começa a preparar-se para a digestão do vegetal em um automatismo de ordem fisiológica que nos faz imaginar a inteligência e complexidade divinas.

Esse fenômeno é obra do mais avançado computador que existe: o cérebro humano com seus 100 bilhões de neurônios, com funções específicas trabalhando juntos sem parar em perfeita harmonia.

Após 20 dias da fecundação do óvulo, o zigoto, que é a célula resultante do gameta masculino ao feminino, dispara uma faísca elétrica que faz com que ele comece a pulsar mesmo sem o coração que ainda nem se formou. Deste momento em diante as pulsações continuarão até o final da vida. Para se ter uma ideia, o coração de um homem de 70 anos já bateu 4 bilhões de vezes sem nunca parar de trabalhar.

Se tomarmos uma picada de alfinete, milhares de capilares serão destruídos. Mas tão logo isso ocorra o corpo já começa a produzir os seus substitutos que ocuparão exatamente o mesmo lugar.

Se tomarmos um talho nas mãos e o sangue começar a escorrer, imediatamente a fibrina produz um coágulo tampão que estanca o sangramento e impede que morramos de hemorragia. O nosso sistema circulatório possui aproximadamente 190 mil quilômetros de distância comunicando-se entre si. Toda esta organização física é mais uma evidência da criação divina.

Portanto, por essas e outras razões, por toda a grandiosidade do universo, da vida, para mim, faz muito mais sentido acreditar na existência de Deus. A sua negação, de uma forma maior que a nossa capacidade de compreensão é apenas fruto da vaidade e arrogância humana. Diante de toda esta grande e do tamanho da nossa insignificância perante o cosmos, cabe-nos a humildade e a contemplação.

 

* Adaptado da palestra do orador Divaldo Pereira Franco.

 

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(Autor Desconhecido)

Freqüentemente, eu me pergunto: “O que cada um de nós está fazendo neste planeta?”

Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e os minutos, esse filme é bobo. Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos.

Para mim, nossa vinda ao planeta Terra tem, basicamente, dois motivos: evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor.

Todos os nossos bens, na verdade, não são nossos. Somos apenas as nossas almas. E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas.

Portanto, lembre-se sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e que é nos momentos difíceis
que as pessoas precisam encontrar uma razão maior para continuar em frente.

As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores. A  nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos, para continuar o caminho, é que nos  torna pessoas especiais.

Ninguém veio a essa vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor. Ganhar dinheiro, ter bom padrão de vida e alimentar-se bem fazem parte da vida, mas, não podem ser a razão de viver.

Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Chico Xavier e tantos(as) outros(as) anônimos(as), que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro.

O que move, então, essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, sem jamais desistir?

A resposta é uma só: A CONSCIÊNCIA DE SUA MISSÃO NESTA VIDA.

Quando você tem a consciência de que, através do seu trabalho, está realizando sua missão, você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta. Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência, pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida.

E quando chega no final do caminho percebe que o caixão não tem gavetas e que só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas.

Se você tem estado angustiado sem motivo aparente, está aí um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida.

Responda com honestidade:

Como você vem tratando seus pais, seus irmãos, seus filhos, seus amores e seus amigos?

Como anda sua disposição para “emprestar” sua atenção a quem precisa desabafar sua dor, a quem precisa receber um gesto de carinho?

Você está engajado em algum movimento voluntariado?

Você tem reservado pelo menos cinco minutinhos diários para ter um diálogo sincero com você mesmo?

Você tem agradecido a Deus pelo milagre de sua vida e por todos os “anjos” que Ele coloca em seu caminho?

Escute a sua alma:

Ela tem a orientação correta sobre qual o caminho a seguir? Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores, na harmonia e na glória do bem.E lembra-te : “Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”.

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