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Quem conhece meu trabalho melhor deve saber que a minha resposta é os dois!
Se você é feliz no que faz, mas não foi capaz ainda de obter um retorno financeiro condizente com o valor que entrega, é seu dever perseguir esse reconhecimento… pois, diferente do que muitos pregam, o dinheiro é sim importante! Achar que “não precisa de dinheiro para ser feliz” é uma baita crença limitante na minha opinião…. E isso não tem nada a ver com ganância…
Se eu te pedir para listar 10 coisas que você gostaria de ter/fazer em sua vida, você logo perceberá que todas envolvem, de uma forma ou de outra, o dinheiro. E mesmo que você seja totalmente desapegado de bens materiais e tenha uma vida minimalista, o dinheiro ainda tem um papel fundamental porque você precisa dele para não ter os graves problemas que a falta de dinheiro causa.
Então, o dinheiro é importante… mas, de que vale o dinheiro se você é completamente infeliz no trabalho? Não há quantia no mundo que valha uma vida de insatisfação profissional onde você é prisioneiro de uma sucessão de dias sem sentido. Infelizmente, muitas pessoas vivem só para trabalhar e esquecem que o trabalho é UMA das áreas da nossa vida. E daí acabam abrindo mão dos seus valores, negligenciando seu casamento, sua família, sua saúde, seu bem-estar etc.
E o pior é que como vivem no modo automático, sem nunca parar para refletir, quando percebem já estão à beira de um divórcio, de um ataque cardíaco etc.
Por isso, os dois são fundamentais e cabe a você balancear essa equação de acordo com vida que quer construir para si.
Então, deixo essa reflexão a você: qual é a sua maior carência/necessidade atualmente: dinheiro ou realização profissional? A partir dessa resposta, analise o que você precisa começar a fazer para “saciar esta sede”.
E, para concluir, seguindo ainda essa linha de raciocínio, aproveito para compartilhar um depoimento que recebi neste feriado de uma pessoa bem especial que teve a iniciativa de buscar o próprio desenvolvimento e, a partir disso, foi capaz de iniciar um novo ciclo de crescimento e transformar sua vida.
São esses depoimentos que me motivam cada vez mais a perseguir a minha missão de “inspirar pessoas a buscarem o melhor de si para construírem uma vida melhor”.
Aqui está:

 

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É fácil medir o sucesso profissional, mas o verdadeiro sucesso, aquele que permeia a sua vida como um todo é um pouco mais subjetivo pois depende da definição de cada um.
Mas uma coisa é certa, alguém pode ser extremamente bem-sucedido na profissão e miserável fora dela. Quer um exemplo bem claro? Basta observar a história da cantora britânica Amy Winehouse que, dona de um vozeirão ímpar, ceifou a própria vida aos 27 anos em um ato de desespero no auge da sua carreira.
Por outro lado, há pessoas levam uma vida modesta e são felizes. Qual você prefere? Talvez você responda: “Ser feliz e não ter sucesso profissional”.
Mas aí que está a questão. Esta pergunta é na verdade uma armadilha pois coloca esta dicotomia como única opção. Ou seja, você deve escolher entre um e outro quando na verdade para sermos preenchidos devemos perseguir os dois!
Somos doutrinados a escolher entre qualidade de vida e sucesso profissional como se não houvesse a possibilidade de ter os dois simultaneamente. E quem disse que isso não é possível? Por que eu não posso ser extremamente bem-sucedido no trabalho e ainda assim ter tempo para ficar com minha família, cuidar da saúde, descansar, me divertir…
“Para crescer na carreira você deve trabalhar demasiadamente, renunciar à vida pessoal…”. Com isso, focamos em trabalhar MAIS em vez de trabalhar MELHOR, de maneira mais inteligente e produtiva. Aumentamos as horas em nossa jornada em vez de aumentar a produtividade em nossas horas.
Essa doutrina nos leva a crer em certas justificativas que nos afastam da felicidade como por exemplo: “Mas eu trabalho 12 horas por dia pois quero dar o melhor aos meus filhos.” Outra frase que parece bonita, mas não passa de uma ilusão. Seus filhos não querem coisas, eles querem você, seu tempo, sua atenção.
É claro que a falta de dinheiro afeta drasticamente a sua felicidade. É difícil ser feliz quando se falta o necessário, quando há uma preocupação constante com as dívidas, com a ausência de conforto etc. Esse texto é para quem já passou do estágio de sobrevivência na vida.
Porém, uma vez que você tenha obtido um valor “X” que varia de país para país e também segundo o estudo, cada real que você conquistar a mais será supérfluo e pouco relevante para sua felicidade. Ele lhe possibilitará comprar mais COISAS. Isso lhe dará um prazer imediato, mas que logo se extingue. Em contrapartida, o capital pessoal que terá que pagar por estes supérfluos será infinitamente desproporcional ao ganho. Quantos já não atingiram este valor, mas continuam sacrificando sua vida pessoal em busca de mais? E para que?
O Dr. Flávio Gikovate deu uma entrevista esta semana onde afirmou que “O consumismo é o reflexo do desespero da classe A”. Na busca de preencher um vazio interior, muitas pessoas partem para o consumo exagerado – como se isso fosse resolver alguma coisa. É como uma água salgada que quanto mais se bebe, mais se tem sede. O efeito logo passa e a pessoa já pensa na próxima aquisição.
Esta teoria se fortalece com exemplos como o de Carlos Slim (o homem mais rico do mundo) ou Warren Buffett (o maior investidor de todos os tempos) que compreenderam há muito tempo esta verdade, pois, apesar de suas fortunas bilionárias, vivem de maneira relativamente modesta.
E por que são tão poucos os que conseguem conciliar sucesso profissional e qualidade de vida? Fácil… simplesmente porque esses poucos, ao invés de escolher um dos lados, perguntam-se “Como posso fazer para ter sucesso e qualidade de vida ao mesmo tempo?” e constroem uma vida em torno disso.
Portanto, se você tinha este pensamento, reflita novamente. Acredite que essa vida é SIM possível. Pois, enquanto você pensar que você só pode ter um, ficará preso e refém desta crença limitante. Caso não esteja convencido que isso é possível, basta abrir os olhos e procurar ao seu redor que você irá encontrar essas pessoas.
E, por fim, defina qual é o seu ponto de equilíbrio? Aquele momento onde você diz “chega” e começa a levantar algumas barreiras para proteger sua vida pessoal? Afinal, o que vale não é a chegada no topo da montanha, mas aproveitar cada instante e ser feliz durante toda a escalada.

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