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A DOR DE GASTAR DINHEIRO

Através de uma Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET), procedimento avançado que mede em tempo real nossas reações neurológicas, cientistas detectaram uma sensação de dor no cérebro humano no momento em que gastamos dinheiro.

Até aí, nenhuma grande novidade, pois ninguém sente muito prazer em pagar um boleto, não é? Mas, o estudo comprovou empiricamente também que esta dor é ainda maior quando pagamos algo em dinheiro ao invés de cartão ou transferência.

Vamos pegar, por exemplo, um Colégio Internacional cuja mensalidade custa em torno de 3.500 reais. Normalmente, quem tem filho em uma escolha assim, deixa a conta em débito automático, pois você já imaginou sacar 3.500,00 reais em espécie e levar aquele enorme maço com 70 notas de 50 reais para pagar na secretaria todos os meses?

Na escala de dor, poderíamos afirmar que, do maior para o menor, seria algo mais ou menos assim:

– Pagar em dinheiro
– Pagar no cartão de débito
– Pagar no cartão de crédito
– Pagar parcelado
– Deixar em débito automático

Agora, como podemos manipular essa sensação negativa em nosso favor? É simples, pagar em dinheiro gastos que queremos controlar ou reduzir e deixar no débito automático investimentos importantes que queremos aumentar.

Ou seja, devemos pagar cigarro, cerveja, roupas, baladas e restaurantes com dinheiro enquanto coisas como investimentos financeiros, cursos, programas de desenvolvimento ou doações para instituições de caridade deixar no débito automático.

Um exemplo claro são, por exemplo, as doações para o Erasto Gaertner, Hospital de Câncer Infantil em Curitiba, vêm junto com a conta de luz da Copel, então você nem sente. Tudo é deliberadamente planejado.

Portanto, aqui está mais uma forma de você conseguir manipular o cérebro a seu favor, em vez de ser um escravo de suas vontades emocionais e instintivas. Façamos, então, um uso inteligente de nosso poder estratégico racional.

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Quanto mais você cresce na vida, menos o seu sucesso irá depender dos seus conhecimentos técnicos e irá depender mais de habilidades como: saber se comunicar, influenciar, liderar, se relacionar com pessoas entre outras…
 
Entretanto, apesar de serem essenciais, infelizmente não aprendemos essas habilidades na escola ou na universidade. Observando essa lacuna em nosso processo de formação, um americano chamado Dale Carnegie escreveu em 1937 um livro que se tornaria um marco na história do Desenvolvimento Pessoal.
 
“Como fazer amigos e influenciar pessoas” já vendeu mais de 50 milhões de cópias e continua nas listas de best-sellers ao redor do mundo quase um século após seu lançamento.
 
O livro traz lições preciosas e eu recomendo que todos leiam, mas até lá, eu separei aqui aquelas que eu considero as 6 Principais delas para que você possa aplicar na prática e constatar por si mesmo o efeito imediato que elas vão ter no seu poder de influência sobre as pessoas ao seu redor.

 
 

1. Se você quer tirar mel não bata na colmeia

“Não critique, não condene e não reclame.” Faça disso o seu mantra e veja como a sua vida muda na hora! Desafie-se a passar uma semana sem criticar, condenar e reclamar de nada e veja como você começa a raciocionar diferente diante dos problemas que você enfrenta.
Faz parte da nossa natureza humana se ofender e rejeitar qualquer tipo de crítica recebida. Em vez de buscar ouvir e entender por que somos criticados, a nossa tendência natural é a de nos fecharmos e nos esforçarmos ainda mais para nos defender e apresentar justificativas à crítica.
Criticar não gera nenhum bem ou transformação positiva. Ao contrário, gera apenas mágoa e ressentimento. Uma relação à base de críticas não é sustentável e um exemplo claro disso é o filho adolescente que não escuta mais os pais porque a “ponte” da comunicação entre eles ruiu de tão desgastada e agora as palavras já não surtem mais qualquer efeito.
 

2. O grande segredo em lidar com as pessoas

Uma das maiores motivações dos seres humanos é o desejo de se sentir importante e reconhecido. Quer fazer alguém gostar de você, faça com que essa pessoa se sinta importante!
Ralph Waldo Emerson disse: “Toda pessoa que eu encontro é superior a mim em alguma coisa e nisso eu posso aprender com ela”.
Procure algo que você genuinamente admira ou respeita em seu interlocutor e faça com que ele se sinta valorizado por aquilo. Repare como as pessoas mais carismáticas são sempre aquelas que elevam os outros.
 

3. Aquele que conseguir fazer isso, terá o mundo aos pés

A minha sobremesa favorita é, sem dúvida, o pavê de amendoim da minha mãe. Só de pensar, já começo a salivar. Entretanto, se eu for pescar, eu não vou colocar um pedaço de torta no anzol e sim uma minhoca porque é disso que os peixes gostam.
Parece óbvio, não? Mesmo assim, é exatamente isso que fazemos em nossas interações com as pessoas. Queremos ser cativantes, mas falamos sobre o que nos interessa, aquilo que gostamos, aquilo que queremos, quem somos…
Fale sobre o outro, seus interesses, busque aprender… além disso, escute com atenção e consideração, não simplesmente espere o outro terminar para você poder falar. Faça um teste e veja você mesmo a diferença.
 

4. Faça isso e será bem recebido em qualquer lugar

A melhor forma de fazer alguém gostar de você é mostrando-se genuinamente interessado por ela. Isso vale mais do que todas as técnicas de vendas que qualquer um poderia lhe ensinar.
Fale menos e pergunte mais! As pessoas adoram quando você demonstra um interesse sincero por elas ao passo que ninguém gosta daquele que só fala de si.
Quer conquistar um empresário? Pergunte de maneira genuinamente interessada e deixe ele falar sobre a empresa dele, a história etc. eles adoram isso!
Quer conquistar alguém? Descubra rapidamente quais são os interesses dessa pessoa, encoraje-a a falar sobre ela mesma e cale-se. Pratique a escuta ativa (quando você se esforça para prestar atenção), que automaticamente você irá gerar empatia com seu interlocutor. Você irá constatar que as pessoas estão muito mais interessadas em falar sobre si mesmas do que em escutar o que você tem a dizer.
 

5. É impossível sair vencedor de uma discussão

A única forma de ganhar uma discussão é: não entrando nela. Uma vez que você começa a discutir com uma pessoa (o que é diferente de ter um diálogo construtivo) você só tem duas saídas e nenhuma delas será boa para você.
Se estiver errado, você perde a discussão e ainda corre o risco de ser humilhado. Se estiver certo, você ganha a discussão, mas sai perdendo porque irá levar o ressentimento da outra pessoa.
Quando discordar de alguém, assuma uma postura mais humilde e, em vez de dizer: “Você está errado! ”, diga algo como: “Me ajude a enxergar onde estou errado…” ou “Quero entender por que você acha isso…”. Dessa forma, você desarma a outra pessoa, mantém uma conduta nobre e ainda se resguarda no caso de realmente estar sem razão.
Dale Carnegie escreve:
“Você pode dizer a um homem que ele está errado por meio de um olhar, um gesto, uma entonação, como também por meio de palavras, mas se lhe disser que está errado, pensa que o levará a concordar com você? Nunca! Pois você deferiu um golpe direto contra a sua inteligência, contra seu julgamento, contra seu orgulho, contra seu amor-próprio. Isso fará apenas que ele queira revidar, mas nunca fará com que mude de ideia. Você não alterará sua opinião, pois lhe feriu a sensibilidade.”
Por fim, sempre que perceber que você está errado em determinada situação, admita rápida e abertamente. É incrível como isso é raro. Quantas vezes você já ouviu: “Me perdoe, admito que estava errado”? Essa atitude será muito mais admirada e respeitada do que a insistência, às vezes vergonhosa, de tentar encontrar justificativas.
 

6. O som mais bonito do mundo

Você sabe qual é o som mais bonito do mundo? Aquele que é o mais agradável aos ouvidos de qualquer pessoa? É o som do seu próprio nome! Faça a experiência. Pegue um restaurante aonde vai com frequência e comece a perguntar e chamar as pessoas pelo nome. Você vai ver o efeito que isso terá na maneira como elas irão tratá-lo. Chamando pelo nome você demonstra consideração pela pessoa.
Comece a prestar atenção nisso, coloque esse hábito em prática por onde passar e perceba como uma atitude tão simples e sutil pode ter um efeito tão grande.

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