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Eu estava no aeroporto de Nova Iorque aguardando na fila quando um táxi encostou. A primeira coisa que eu notei foi como o carro estava impecavelmente limpo, seu brilho chegava a reluzir. Elegantemente vestido com uma camisa branca, uma gravata preta e uma calça que parecia ter sido recém passada, o motorista apressou-se em sair para contornar o carro e gentilmente abrir a porta do passageiro para eu entrar.

Ele me entregou um belo cartão de visita e disse: “Eu sou o Wally, seu motorista! Enquanto carrego sua bagagem no porta-malas, gostaria que o senhor lesse a minha Missão como profissional de transporte urbano.

O cartão dizia:

Declaração da Missão do Wally:

“Levar meus clientes aos seus destinos da maneira mais rápida, segura e econômica possível em um ambiente amigável e proporcionando uma experiência agradável”.

Eu fiquei impressionado, especialmente quando notei que o interior do táxi fazia jus ao exterior. Parecia que havia sido especialmente limpo só para mim.

Ao sentar no banco do motorista, Wally me disse: “O senhor aceita um café? Eu tenho uma garrafa térmica com café fresco e outra com um descafeinado.”

Eu brinquei e disse: “Na verdade, o que eu gostaria mesmo era de um refrigerante.”

O Wally sorriu e disse: “Sem problemas. Eu tenho um frigobar com Coca-Cola, Coca Zero, suco de laranja e água.”

Sem conseguir conter minha surpresa, eu disse: “Eu aceito uma Coca, obrigado.”

Entregando-me a bebida, Wally disse: “Se o senhor quiser algo para ler, eu tenho o The Wall Street Journal, Time, Sports Illustrated e USA Today.”

Enquanto arrancávamos, ele me entregou um outro cartão e informou: “Essas são as estações que tenho à disposição e as músicas que elas tocam caso o senhor queira escutar um pouco de rádio para relaxar.”

Como se não bastasse, Wally me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava ao meu agrado. Então, ele sugeriu o melhor caminho durante aquele horário do dia. Também me disse que seria um prazer conversar e falar sobre os pontos turísticos ou, se eu preferisse, ele me deixaria a sós com os meus pensamentos.

Eu perguntei: “Wally, você sempre atendeu seus clientes assim?”

Wally sorriu pelo retrovisor e respondeu: “Não, nem sempre. Na verdade, faz apenas dois anos. Nos meus primeiros anos dirigindo eu passava meu tempo reclamando como a maioria dos taxistas. Até que um dia eu ouvi no rádio um guru do Desenvolvimento Pessoal chamado Wayne Dyer.

Ele havia acabado de escrever um livro chamado ‘Você irá enxergar quando você acreditar’ (You’ll see it when you believe it). Ele dizia que se você acordar de manhã com a expectativa que você terá mais um dia difícil, você raramente irá se desapontar.

O autor falou: ‘Pare de reclamar! Diferencie-se de seus concorrentes. Não seja um pato. Seja uma águia. Patos resmungam e reclamam. Águias possuem o céu para si e voam acima da multidão.'”

“Aquilo me acertou em cheio”, disse Wally. “Era como se o Dr. Wayne estivesse falando aquilo para mim em particular. Eu ficava o tempo inteiro resmungando e reclamando, então decidi mudar minha atitude e me tornar um águia! Olhei em volta os outros táxis e seus motoristas. Os carros estavam sujos, os taxistas não eram amigáveis e os clientes estavam insatisfeitos. Então, decidi implementar algumas mudanças, um pouco de cada vez. Como os clientes respondiam de uma maneira positiva, eu fazia cada vez mais.”

Então, eu falei: “Imagino que tenha valido a pena.”

“Com certeza!”, ele respondeu. “Meu primeiro ano como uma águia, eu faturei o dobro do que no ano anterior. Este ano eu irei provavelmente faturar quatro vezes mais. Você teve sorte em me pegar hoje. Eu não costumo mais ir até o ponto. Meus clientes me ligam o tempo todo e preenchem minha agenda. Quando não posso atendê-los, eu sempre os encaminho a um taxista da minha confiança e sou recompensado por isso.”

Wally era incrível. Além de estar trabalhando com paixão todos os dias, ele já estava administrando paralelamente um serviço de limusine.

Eu já devo ter falado sobre esta história a mais de cinquenta taxistas ao longo dos anos. Entretanto, somente dois realmente mudaram a sua maneira de trabalhar. O resto deles permaneceram patos e me falaram todas as razões pelas quais eles não podiam implementar nada do que eu lhes havia sugerido.

Este artigo foi adaptado de um texto escrito em um Jornal das Filipinas relatado pelo próprio Dr. Wayne Dyer.

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Agora, domingo à noite, muitas pessoas estão sentindo uma sensação ruim, pesada, pois amanhã terão que encarar uma nova semana, recomeçar tudo novamente. Começam a pensar nos compromissos, problemas, pendências, chefe etc. e aquilo vai poluindo o seu ambiente.

Sentem-se escravos de uma rotina estafante, uma sucessão de dias vazios que não levam a lugar algum. Em vez de se perguntarem, por exemplo, “Como posso ganhar muito dinheiro fazendo o que amo?”, limitam-se em encontrar razões que justifiquem isso: “Mas eu tenho contas a pagar, tenho que sobreviver.” E aí criam uma prisão invisível para si e limitam seu viver a uma questão de sobrevivência. O pior é que permanecem neste estado e quando se dão conta, os anos passaram muito mais rápidos do que esperavam.

Vamos analisar o sentido mais profundo por trás da frase de Steve Jobs: “A única maneira de fazer um ótimo trabalho é amando aquilo que se faz”. É simples, se você não ama o que faz, certamente não estará motivado para trabalhar. Sua energia, então, será escassa, seu potencial baixo e seus resultados medíocres. E como sabemos, resultados medíocres não geram grandes recompensas no mundo profissional.

Isso não é um convite para uma mudança brusca e irresponsável de emprego amanhã. Mas é, sim, um alerta! Se você não ama o que faz e neste momento não está com uma estratégia inteligente para, como citei antes descobrir como “ganhar muito dinheiro fazendo o que ama”, você está perdendo seu tempo. Por isso, essa “depressão pós-Fantástico” nos domingos à noite.

Por fim, uma última reflexão: “Se passamos um terço de nossas vidas trabalhando, por que investimos tão pouco tempo descobrindo o que realmente amamos fazer?”. Como Confúcio disse: “Escolha um trabalho que ame e jamais terá que trabalhar um dia em sua vida”.

Curiosidade: Na língua Portuguesa, o termo “trabalho” vem de “tripalium”, um instrumento pontiagudo de tortura.

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As pessoas passam a vida esperando que as coisas aconteçam para elas. Querem encontrar a pessoa amada, ganhar muito dinheiro, trabalhar no que amam etc. e ficam passivamente à espera de que um dia esses sonhos cheguem.

E o que acontece? Os anos passam e nada muda. O pior é que daí essas pessoas colocam a culpa em tudo que podem. É a educação que tiveram dos pais, o chefe que não reconhece seus esforços etc. Gastam a energia em coisas que não podem mudar em vez encarar a dura realidade: “Se a sua vida está boa ou ruim, é você o único responsável por isso.”

Não acredito em sorte ou azar e sim em ação e consequência, causa e efeito. Se você teve sorte ou azar, pode ter certeza que foi você também o causador da circunstância de uma forma ou de outra.

Por fim, para os que costumam rezar – como eu – lembremo-nos sempre deste grande ensinamento: “Ajuda-te e o céu te ajudará.” Pois, é muito fácil “colocar tudo nas mãos de Deus” para se isentar da responsabilidade de ter que agir. Ouvi uma frase uma vez que resume bem: “Destino é o que nos resta depois de termos feito tudo aquilo que nos cabia”.

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